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    <title>Do meu ponto de vista</title>
    <description>Comentários sobre os assuntos atuais da cidade de Porto Alegre, do Estado do Rio Grande do Sul, do Brasil e do mundo.</description>
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    <language>pt-BR</language>
    <managingEditor>liane@lianedopv.com</managingEditor>
    <webMaster>lianep@cpadvogados.com</webMaster>
    <pubDate>Wed, 07 Jan 2009 11:31:12 GMT</pubDate>
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      <title>OS CRIMES AMBIENTAIS DIÁRIOS CONTRA A FAUNA BRASILEIRA</title>
      <description>&lt;p&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;img height="188" width="250" align="left" border="0" alt="" src="/Portals/5/pinguine.jpg" /&gt;Excetuados os crimes ambientais contra a fauna brasileira dos quais nem temos notícia, a semana foi rica em ações humanas que causaram mortandade de animais e o desequilíbrio do já tão descaracterizado ecossistema brasileiro. Não bastassem os crimes diários contra a flora, tal o devastamento da Amazônia e de tantas outras florestas e matas nativas, que têm como efeito também a extinção dos animais desses habitats, nessa semana, mais de 200 pingüins apareceram mortos em praias de Florianópolis em razão de vazamento de óleo, devendo o número chegar a pelo menos 500. Agora pense em todas as outras conseqüências que um vazamento desse porte causa à água e, portanto, também às demais espécies que nela habitam. Não foi somente a fauna marinha atingida pela culpa humana. Sabemos que as abelhas mundialmente vêm sofrendo uma diminuição populacional da qual não se comprovou ainda a causa com absoluta certeza, mas é evidente que o fato ocorrido ontem não tem relação com esse fenômeno: uma intoxicação devastou  160 colméias, causando a mortandade de quase 10 milhões de abelhas em Barra do Rio Azul, no Alto Uruguai. A causa mais provável deve ser a aplicação de formicida junto com a dessecação em área de plantio em uma propriedade vizinha. Aqui já quase não se trata mais de culpa, mas de dolo ou intenção, pois qualquer criança aprende na escola que as abelhas realizam a importante "tarefa" da polinização e, obviamente, não bateriam na campainha para adentrar na propriedade vizinha, de cuja terra está envenenada. Agora pense nos efeitos do formicida relativo aos insetos, aves e também ao lençol freático e os danos colaterais que esse envenenamento pode causar. Se a fauna não é covardemente atacada por navios em condições precárias de manutenção ou a utilização de venenos pelo agricultor, que depois de causar danos ecológicos irreparáveis, temos ainda a ação dos caçadores: em Madureira, foram flagrados caçadores com 350 pombos-do-mato, abatidos. É preciso fiscalizar e agir proativamente na prevenção de crimes ambientais e, ao mesmo tempo realizar a inadiável tarefa de conscientização ambiental. Diante de tanta desgraça, ao menos os pobres cavalos, já submetidos aos maus-tratos por seus donos em Porto Alegre, foram privados de ser objeto de leilão e de cair novamente em mãos erradas, serão cuidados por ONGs a fim de não mais voltarem às ruas. É hora do verde!&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://lianedopv.com/Diário/tabid/293/EntryID/38/language/pt-BR/Default.aspx</link>
      <author>liane@lianedopv.com</author>
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      <pubDate>Fri, 29 Aug 2008 15:32:00 GMT</pubDate>
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